Reaja!

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Reaja.

Se tudo está puxando para baixo, querendo tirar o pouco que você tem,
se vem sugando as suas posses e alegrias, se parece obrigá-lo a
fazer o que não quer  ou  o  que não precisa, se quer levá-lo
ao atraso e à miséria, empregue a sua força em contrário.

A força contrária é a de progresso, paz e alegria
que estão em você e não conhecem limites.

Ponha-a a agir.

Levante os olhos.

Resista. Creia em si.

Siga avante e obterá êxito.

As situações difíceis testam a sua capacidade,
mas não aceite derrota, fraqueza ou doença.

O  melhor que você tem surge na hora da resistência.

Lourival Lopes

Extraído de “Otimismo todo dia”

 

Ė TUDO PORQUE A CARNE E FRACA?

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QUE É A CARNE?

“Se  vivemos  em  Espírito,  andemos  também  em  Espírito.”

Paulo (GÁLATAS, 5: 25)

Quase sempre, quando se fala de espiritualidade, apresentam­se muitas pessoas que se queixam das exigências da carne.

É verdade que os apóstolos muitas vezes falaram de concupiscências da carne, de seus criminosos impulsos e nocivos desejos.

Nós mesmos, freqüentemente, nos sentimos na necessidade de aproveitar o símbolo para tornar mais acessíveis as lições do Evangelho.

O próprio Mestre figurou  que o espírito, como  elemento divino, é forte, mas que a carne, como expressão humana, é fraca.

Entretanto, que é a carne?

Cada personalidade espiritual tem o seu  corpo fluídico e ainda não percebestes, porventura, que a carne é um composto  de fluídos condensados?

Naturalmente, esses fluídos, em se reunindo, obedecerão  aos imperativos da existência terrestre, no que designais por lei de hereditariedade; mas, esse conjunto é passivo e não determina por si.

Podemos figurá­lo como casa terrestre, dentro da qual o espírito é dirigente, habitação essa que tomará as características boas ou más de seu possuidor.

Quando falamos em pecados da carne, podemos traduzir a expressão por faltas devidas à condição inferior do homem espiritual sobre o planeta.

Os desejos aviltantes, os impulsos deprimentes, a ingratidão, a má­fé, o traço do traidor, nunca foram da carne.

É preciso se instale no homem a compreensão de sua necessidade de autodomínio, acordando­lhe as faculdades de disciplinador e renovador de si mesmo, em Jesus Cristo.

Um dos maiores absurdos de alguns discípulos é atribuir ao conjunto decélulas passivas, que servem ao  homem, a paternidade dos crimes e desvios da Terra, quando sabemos que tudo procede do espírito.

O MENDIGO RENITENTE

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Uma explicação psicológica para o fato de muitos sem-abrigo permanecerem nas ruas mesmo quando lhes são dadas melhores condições de vida

“O MENDIGO RENITENTE” e “MAX, O MENDIGO”

Duas estórias reais de grande sensibilidade relatadas por Chico Xavier e Allan Kardec:

1 – O MENDIGO RENITENTE

Narrou-nos Chico que um dia foi procurado por um médico, seu particular amigo de muitos anos, espírita militante e colaborador em suas obras psicografadas.

Ele queria saber o que fazer com um velho mendigo, que insistia em dormir no alpendre de sua casa. Não estava preocupado em tê-lo como hóspede em tão precário lugar, mas, sim, com a má acomodação e a friagem da noite. Já o havia alertado de que se permanecesse ali acabaria por ficar doente.

Contudo, vendo que seus avisos eram ignorados, dedicou-se a arrumar um lugar onde o mendigo pudesse pernoitar. Depois de conseguir um quartinho na vizinhança, levou-o para lá.

Qual não fora sua surpresa ao dar com ele em sua varanda no dia seguinte!

Pensando que talvez não tivesse gostado do lugar, procurou um albergue que o tratasse melhor. De nada adiantara. O velho voltou a passar as noites no seu alpendre.

O médium então falou-nos:

— O que o médico amigo não sabia era que aquele espírito carregava consigo um grande complexo de culpa. Passei então a narrar-lhe as cenas que os amigos espirituais me haviam mostrado: Aquele mendigo, doutor, na existência anterior havia sido um cruel fazendeiro que expulsara impiedosamente muitas famílias de suas terras, deixando-as ao relento, sem rumo… Depois que desencarnou, a partir daquelas lembranças formara-se o complexo de culpa. E o sofrimento perdura até os dias atuais, não permitindo que ele permaneça alojado em lugar nenhum.

Chico concluiu:

— Então eu disse ao amigo: Não adianta tentar melhorar sua situação, deixe-o dormir no seu alpendre. Mais uns dias e ele procurará outro lugar para deitar-se ao relento. Essa situação perdurará até que o complexo de culpa deixe de atormentá-lo.

Em nossas cogitações, vem-nos à mente a lição: para exercer a caridade é necessário usarmos do bom senso e não insistirmos quando o necessitado se nega a receber o benefício. Sempre haverá uma razão que justifique situações como a que nos foi narrada.

(Do livro Inesquecível Chico – Edição GEEM)

 

2 – MAX, O MENDIGO

Em 1850, numa vila da Baviera, morreu um velho quase centenário, conhecido por pai Max. Por não possuir família, ninguém lhe determinava a origem. Havia cerca de meio século que se invalidara para ganhar a vida, sem outro recurso além da mendicidade, que ele dissimulava, procurando vender, pelas herdades e castelos, almanaques e outras miudezas. Deram-lhe a alcunha de conde Max, e as crianças o chamavam somente pelo título — circunstância esta que o fazia rir sem agastamento. Por que esse título? Ninguém saberia dizê-lo. O hábito o sancionara. Talvez tivesse provindo da sua fisionomia, das suas maneiras, cuja distinção fazia contraste com a miserabilidade dos andrajos.

Muitos anos depois da morte, Max apareceu em sonho à filha do proprietário de um castelo em cuja estrebaria era outrora hospedado, porque não possuía domicílio próprio. Nessa aparição, disse ele:

— ” Agradeço o terdes lembrado o pobre Max nas vossas preces, porque o Senhor as ouviu. Alma caritativa, que vos interessastes pelo pobre mendigo, já que quereis saber quem sou, vou satisfazer-vos, ministrando, ao mesmo tempo e a todos, um grande ensinamento.

Há cerca de século e meio era eu um dos ricos e poderosos senhores desta região, porém orgulhoso da minha nobreza. A fortuna imensa, além de só me servir aos prazeres, mal chegava para o jogo, para o deboche, para as orgias, que eram a minha única preocupação na vida.

Quanto aos vassalos, porque os julgasse animais de trabalho destinados a servir-me, eram espezinhados e oprimidos, para proverem às minhas dissipações. Surdo aos seus queixumes, como em regra também o era com todos os infelizes, julgava eu que eles ainda se deveriam ter por honrados em satisfazer-me os caprichos. Morri cedo, exausto pelos excessos, mas sem ter, de fato, experimentado qualquer desgraça real. Ao contrário, tudo parecia sorrir-me, a ponto de passar por um dos seres mais ditosos do mundo. Tive funerais suntuosos e os boêmios lamentavam a perda do ricaço, mas a verdade é que sobre o meu túmulo nenhuma lágrima se derramou, nenhuma prece por mim se fez a Deus, de coração, enquanto minha memória era amaldiçoada por todos aqueles para cuja miséria contribuíra.

Ah! E como é terrível a maldição dos que prejudicamos! Pois essa maldição não deixou de ressoar-me aos ouvidos durante longos anos que me pareceram uma eternidade. Depois, por morte de cada uma das vítimas, era um novo espectro ameaçador ou sarcástico que se erguia diante de mim, a perseguir-me sem tréguas, sem que eu pudesse encontrar um vão esconso onde me furtasse às suas vistas! Nem um olhar amigo!

Os antigos companheiros de devassidão, infelizes como eu, fugiram, parecendo dizer-me desdenhosos: “Tu não podes mais custear os nossos prazeres.”

Oh! Então, quanto daria eu por um instante de repouso, por um copo dágua para saciar a sede ardente que me devorava! Entretanto eu nada mais possuía, e todo o ouro a jorros derramado sobre a Terra não produzia uma só bênção, uma só que fosse… ouviste, minha filha?!

Cansado por fim, opresso, qual viajor que não lobriga o termo da jornada, exclamei: “Meu Deus, tende compaixão de mim! Quando terminará esta situação horrível?”

Então uma voz — primeira que ouvi depois de haver deixado a Terra — disse: “Quando quiseres.”

“Que será preciso fazer, grande Deus?” — repliquei. “Dizei-o, que a tudo me sujeitarei”.

— “É preciso o arrependimento, é preciso te humilhares perante os mesmos a quem humilhastes; pedir-lhes que intercedam por ti, porque a prece do ofendido que perdoa é sempre agradável ao Senhor.”

E eu me humilhei, e eu pedi aos meus vassalos e servidores que ali estavam diante de mim, e cujos semblantes, pouco a pouco mais benévolos, acabaram por desaparecer. Isso foi para mim como que uma nova vida; o desespero deu lugar à esperança, enquanto eu agradecia a Deus com todas as forças de minha alma.

A voz acrescentou: “Príncipe…” ao que respondi: “Não há aqui outro príncipe senão Deus, o Deus Onipotente que humilha os soberbos. Perdoai-me Senhor, porque pequei; e se tal for da vossa vontade, fazei-me servo dos meus servos.”

Alguns anos depois reencarnei numa família de burgueses pobres. Ainda criança perdi meus pais, e fiquei só, no mundo, desamparado. Ganhei a vida como pude, ora como operário, ora como trabalhador de campo, mas sempre honestamente, porque já cria em Deus. Mas aos 40 anos fiquei totalmente paralítico, sendo-me preciso daí por diante mendigar por mais de 50 anos, por essas mesmas terras de que fora o absoluto senhor.

Nas herdades que me haviam pertencido, recebia uma migalha de pão, feliz quando por abrigo me davam o teto de uma estrebaria. Ainda por uma acerba ironia do destino, apelidaram-me Sr. Conde…

Durante o sono, aprazia-me percorrer esse mesmo castelo onde reinei despoticamente, revendo-me no fausto da minha antiga fortuna! Ao despertar, sentia de tais visões uma impressão de amargura e tristeza, mas nunca uma só queixa se me escapou dos lábios; e quando a Deus aprouve chamar-me, exaltei a sua glória por me haver sustentado com firmeza e resignação numa tão penosa prova, da qual hoje recebo a recompensa. Quanto a vós, minha filha, eu vos bendigo por terdes orado por mim.”

Para este fato pedimos a atenção de todos quantos pretendem que, sem a perspectiva das penas eternas, os homens deixariam de ter um freio às suas paixões. Um castigo como este do pai Max será porventura menos profícuo do que essas penas sem-fim, nas quais hoje ninguém acredita?

Allan Kardec – “O Céu e o Inferno” – Expiações Terrestres – cap. Pai Max.

(Do mural do Nuno Emanuel)

‪#‎ChicoXavier‬

Compartilhado pelo irmão Luiz Vencio

Substitua os pensamentos negativos pelos positivos.

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Substitua os pensamentos negativos pelos positivos.

Se você costuma fazer coisas imperfeitas, faça-as perfeitas; se sempre deixa as tarefas para depois,

realize-as logo; se não usa as capacidades, ponha-as em ação; se o trabalho lhe parece inútil, veja-o fazedor de êxitos; se  tem sido fraco nas

perdas, provas e  dores, seja forte a partir de agora.

Transforme-se.

Se até aqui fazia mal-acabado ou nada lhe merecia atenção, mude para melhor, passe a fazer bem-feito e a ser otimista.

Você pode pensar positivo.

Os pensamentos positivos são muito mais fortes do que os negativos.

Lourival Lopes

Extraído de “Sabedoria todo dia”

GANHAR

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GANHAR

“Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo

e perder a sua alma?”

Jesus (MARCOS, 8: 36)

As criaturas terrestres, de modo geral, ainda não aprenderam a ganhar.

Entretanto, o espírito humano permanece no Planeta em busca de alguma coisa. É

indispensável alcançar valores de aperfeiçoamento para a vida eterna. Recomendou Jesus aos seus tutelados procurassem, insistissem… Significa isso que o homem se demora na Terra para ganhar na luta

enobrecedora. Toda perturbação, nesse sentido, provém da mente viciada das almas em

desvio. O homem está sempre decidido a conquistar o mundo, mas nunca disposto

a conquistar­se para uma esfera mais elevada. Nesse falso conceito, subverte a

ordem, nas oportunidades de cada dia. Se Deus lhe concede bastante saúde física, costuma usá­la na aquisição da doença destruidora; se consegue amealhar

possibilidades financeiras, tenta açambarcar os interesses alheios. O Mestre Divino não recomendou que a alma humana deva movimentar­se

despida de objetivos e aspirações de ganho; salientou apenas que o homem necessita

conhecer o que procura, que espécie de lucros almeja, a que fins se propõe em suas

atividades terrestres. Se teus desejos repousam nas aquisições factícias, relativamente a situações

passageiras ou a patrimônios fadados ao apodrecimento, renova, enquanto é tempo, a visão espiritual, porque de nada vale ganhar o mundo que te não pertence e

perderes a ti mesmo, indefinidamente, para a vida imortal.

Emmanuel – Francisco Cândido Xavier

CONCEBA BEM A SUA VIDA

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Conceba bem a sua vida.

Conceber bem a vida é ter clara ideia de que você nada tem a temer no futuro, de que o que tem a fazer não é um problema, de que pode se relacionar bem com todos, que a sua saúde é resistente, de que a felicidade é  possível e de  que tudo o que lhe diz respeito está cada vez melhor.

Você vive bem quando entender ser boa a sua vida.

Nos momentos de dor e atrapalhos, escreva dentro

de si as palavras resistência, trabalho, fé e alegria.

Com isso, o difícil se faz fácil, como uma

nuvem que se afasta soprada pelo vento.

A vida o afaga quando você a trata bem.

Lourival Lopes

Extraído de “Sabedoria todo dia”.

VISUALIZE-SE FORTE

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Pense positivamente.

Se você pensar que não tem forças para resolver o problema, ou que não adianta lutar, ou que o problema não tem solução, você se enfraquece e dificulta o encontro da solução.

Imagine-se forte o suficiente para resolver qualquer problema por mais difícil que pareça ser.

Sentindo que pode resolver qualquer problema, você chama e absorve a força necessária para esse fim.

Tenha ânimo.

O ânimo faz ouvir a voz da Vida que o leva para frente.

Lourival Lopes

Extraído de “Sementes de felicidade”

VENCEREI!

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Recomece.

Mesmo que  você  tenha  cometido  a maior falta,  você pode iniciar vida nova, com novos planos, crescer e se fortificar.

Afirme a si mesmo:

Assim como a ferida se cicatriza, a água se limpa, a planta se refaz  dos  golpes  e  os rios  poluídos voltam à vida,  eu possuo  o  dom  de  recomeçar e fazer um belo amanhã.

Confio nesse dom de me transformar, no meu dinamismo

e  energia  que  fazem surgir flores nas lamas do passado.

Recomeçarei.   Progredirei.

Consolidarei a minha vontade.

Aproveitarei as oportunidades que surgirem.

Vencerei com certeza.

Recomeçar é uma exigência da vida.

Lourival Lopes

Extraído de “Otimismo todo dia”

CORAGEM!

Não só este, mas todos os dias, enfrente com ânimo e coragem.

Diga pra si:  

 

Não há dificuldade que resista à minha disposição de luta,  

o meu sincero desejo de usar mais e mais ânimo para superá-la.  

 

Não há problema que resista à minha

fé e à análise calma, minuciosa e vigorosa. 

 

O problema é uma miragem, uma falsa apresentação. 

 

Não o jogo para dentro para não perturbar

o meu progresso, o dia, a situação.  

 

Tenho qualidades e mais qualidades.  

 

Ponho-me superior diante dos problemas

e não conhecerei derrota.

 

O mundo é claro ou escuro conforme a lente usada para vê-lo.

 

Lourival Lopes

Extraído de “Otimismo todo dia”unnamed