Respiração 1/2

A respiração no Yoga( PRÁNÁYÁMA)

No YOGA explora-se completamente toda a capacidade pulmonar, com especial incidência para a zona baixa, a mais volumosa, usa-se conscientemente o diafragma (processo natural). Respira-se pelo nariz. Utilizam-se quase 7 litros (♂) de ar por respiração. Há um altíssimo rendimento de absorção de O2.

No Ocidente respira-se com a parte superior dos pulmões, desprezando-se a zona inferior dos mesmos, que é a mais importante, utilizam-se 3 litros de ar no máximo (em média de 0,5 a 2,0). Respira-se, muitas vezes, pela boca.

Prána é a Energia única utilizável (cinética), de onde provêm todas as energias utilizáveis do Universo (Ex. a energia do raio). O Prána utilizável no Ser Humano são os iões negativos (aniões) do Oxigénio – a Bio Energia.

As 4 fases da respiração no Yoga (Puraka – inspiração, Kumbhaka – retenção com pulmões cheios, Rechaka – expiração, Shúnyaka – retenção com pulmões vazios) melhoram extraordinariamente a absorção de oxigénio em cada inspiração e optimizam o rendimento de cada ciclo respiratório.

A utilização do diafragma coloca em uso a zona dos pulmões com maior capacidade, a parte inferior, para onde o ar entra em primeiro lugar e de onde sai em último, e reforça a função do coração na circulação sanguínea, fase venosa, auxiliando-o e repousando-o.

O PRÁNÁYÁMA VISA: 

       1. A Tomada de Consciência dos intervenientes em toda a Função Respiratória, e a apropriação e controlo da Energia; 
       2. Criação de Estados Emocionais e Mentais (e Bioenergéticos); 
       3. Controlo e alteração das Funções Orgânicas;
       4. Atingir Estados de Supra Consciência.

Fonte: (http://www.confederacaoportuguesadoyoga.com.pt/pt/pranayama)

Respirando corretamente

Respirando corretamente - Foto: Getty Images

Para Marcos Rojo, PhD em Ciência do Yoga (Índia) e professor do Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (USP), não existe uma respiração sempre correta. “A respiração de quem está cansado é diferente da respiração de alguém que está dormindo que é diferente da respiração da gestante. Assim, devemos dar ao mecanismo respiratório todas as condições para que ele faça os ajustes necessários para cada situação”, acredita o mestre em ioga.

Mas o importante é que normalmente a respiração seja feita usando a musculatura do diafragma, ou seja, movimentando o abdômen e não o tórax. “A respiração ideal deve ser mais lenta e profunda com as pausas inspiratórias e expiratórias, livre, leve e natural”, define a fisioterapeuta Camila Montadon, especialista em Terapias Integrativas. Sabendo isso, podemos partir para as técnicas.

Começando pelo básico

Respiração varia com a situação - Foto: Getty Images

Para melhorar a respiração como um todo, vale investir em alongamentos da caixa toráxica e do abdômen, de acordo com o especialista em ioga Marcos Rojo. Tirar momentos para respirar lentamente também ajuda, o exercício deve durar de 3 a 7 minutos e o processo deve ser feito pelo nariz apenas. “Experimente deixar a saída do ar durar um tempo maior do que a entrada. É importante sentir a expansão torácica e abdominal de forma lenta e suave. Tanto faz se você vai sentir expandir primeiro o abdômen ou primeiro o tórax ou se vai expandir tudo ao mesmo tempo”, ensina.

Respiração diafragmática

Respiração diafragmática - Foto: Getty Images

Treinar esse tipo de respiração é importante e ajuda a regular o organismo e o sistema nervoso. Mas não adianta ficar expandindo e contraindo o abdômen enquanto respira, e sim respirar lenta e profundamente e observar o próprio movimento. “O diafragma abaixa em sua contração na inspiração, isso faz com que as vísceras sejam projetadas naturalmente para frente, mas não que isso seja forçado. É importante observar se as costelas também se elevam em toda a circunferência do tórax, fazendo com que ele se expanda por inteiro e traga mobilidade e fluidez na estrutura”, ensina a fisioterapeuta Camila. A dica da especialista para fazer isso mais facilmente é alinhar os “hálux” dos pés. Ou seja, unir os dedões do pé em frente ao corpo, exatamente na linha que representa o centro do nosso corpo e manter os calcanhares afastados.

Respiração abdominal deitada

Respiração abdominal deitada - Foto: Getty Images

Antes de dormir, se a ansiedade estiver impedindo o sono de chegar, a especialista em ioga Aline Evelyn da Silva, educadora física da Clínica Kenzen, ensina a técnica para relaxar. “Deitado na cama e com as luzes apagadas, coloque as mãos sobre o abdômen. Vamos contar enquanto respiramos, para criar um ritmo. Podemos inspirar contando mentalmente até quatro e expirarmos no mesmo tempo, sempre pelas narinas”, explica a especialista. Para tornar o exercício mais avançado, pode-se contrair o abdômen na hora de soltar o ar, assim os músculos da respiração são trabalhados.

Respiração quadrada

Respiração quadrada - Foto: Getty Images

Esse tipo de respiração inclui mais do que apenas inspirar e expirar, é feita uma pausa antes de cada uma dessas ações. É chamada quadrada, pois todos os passos são feitos com a mesma duração de tempo. “Deixe o ar entrar em seu corpo, enquanto você conta, lentamente, até três. Segure o ar nos pulmões, sempre contando lentamente até três. Depois, solte o ar lentamente, no mesmo tempo. Após a expiração, mantenha-se sem ar, contando lentamente até três também”, ensina a educadora física Aline. Você pode variar esse tempo também, aumentando-o, mas sempre o mantendo o mesmo.

Expiração alongada

Expiração alongada - Foto: Getty Images

“Respirar com predominância expiratória poderá acalmá-lo”, ensina Marcos Rojo. Pensando nesse aspecto, Aline oferece uma adaptação do exercício anterior, da respiração quadrada, em que você dobra o tempo em que você solta o ar, no caso contando até seis nesse momento, se você estiver seguindo a risca o tempo ensinado pela especialista. No dia a dia também, mesmo sem as pausas, você pode tentar sempre expirar no dobro do tempo que você inspira, sem as pausas segurando o ar e se mantendo sem ele, caso você sinta que a ansiedade está tomando conta.

Flexão do tronco

Flexão do tronco - Foto: Getty Images

De acordo com a fisioterapeuta Camila Montadon, essa técnica é muito simples de fazer e bem relaxante. Para isso, sente-se em uma cadeira confortável e jogue o tronco para frente, apoiando ele nas coxas (você pode colocar uma almofada, se isso o deixar mais confortável). Os braços e a cabeça ficam soltos em direção ao chão. “Como nesta postura o abdômen estará comprimido pelo apoio, o movimento respiratório é levado para as costas. Fique o tempo que se sentir confortável e atenção ao retornar. O movimento de retorno se inicia na lombar e vai subindo vértebra por vértebra, sendo a cabeça a última que se alinha”, ensina a especialista. Lembre-se de manter a coluna sempre reta nesses momentos.

Alternar as narinas

Alternar as narinas - Foto - Getty Images

Outra técnica para fazer em qualquer um dos exercícios acima ou no dia a dia para acalmar, é respirar por uma narina de cada vez. “Você inspira por uma e expira por outra, usando o dedo indicador para tampar. Depois, a narina que soltou o ar deve ser usada para puxá-lo, alternando a ordem em cada momento”, esclarece a especialista em ioga Aline. A dica acalma, pois a pessoa acaba focando toda a sua concentração no método e sua aplicação, e também vale para quando o nariz está entupido.

Fonte: (http://www.minhavida.com.br/bem-estar/galerias/16439-sete-tecnicas-de-respiracao-para-mandar-a-ansiedade-para-bem-longe)

 

Rebirthing
Terapia do Renascimento
A terapia do Renascimento conhecida como Rebirthing, nos faz lembrar daimportância da respiração. Tudo o que vivemos reflete em nossa respiração. Quando algo em nós não esta bem sentimos o peito apertado, nos sentimos sufocados, tem até quem diga: não tenho tempo para respirar, estou sem inspiração… As tensões da vida geram tensões na respiração. Com a terapia de Renascimento desenvolvemos a consciência da nossa respiração. A respiração passa a ser fácil e relaxada, ficamos mais presentes, em estado de bem estar. Encontramos dentro de nós através da respiração, o poder para nos auto-curarmos.

O que é a terapia de Renascimento

O príncipio básico do Renascimento é de que tudo aquilo que nós não nos permitimos sentir ou expressar em nossas vidas, ficam presos em nossos corpos, causando assim tensões, traumas e condicionamentos, os quais nos impedem de fluirmos em nossas vidas.

É por isso que muitas vezes quando queremos realizar algumas coisas não conseguimos. Estamos cheios de coisas velhas, geralmente do passado.
O nosso corpo é muito sábio e criou um espaço energético dentro de nós, quando esta cheio não deixa entrar mais nada, dai o não conseguir realizar o novo em nossas vidas.

Desde o nosso nascimento, o trauma de nascer, o corte do cordão umbilical, o choque de temperatura, de dentro do útero aconchegante para fora num lugar frio do hospital com pessoas que nunca ouvimos suas vozes antes, ( as enfermeiras..), as agulhas que enfiam em nós, todos os procedimentos…. Na infância,na escola o contato com os professores e colegas, entre muitos outras coisas que acontecem em nossas vidas, geram traumas e tensões das quais podem se transformar em doenças ou bloqueios em nossas vidas, nos impedindo de Ser, ficando estagnados e limitados.

A terapia de Renascimento, age como um profundo processo de limpeza e cura mental, física, emocional e espiritual. Elimina esses bloqueios e tensões, liberando-os. Traz clareza e entendimento à nossa vida. Reaprendemos a respirar de forma relaxada e fácil. Deixamos nosso espaço interior limpo e curado, assim podemos fluir com a vida em toda a sua totalidade.

Este processo limpa o sistema nervoso e o sistema circulatório, nutre as células e os órgãos, equilibra e cura nossa mente, nosso corpo e o nosso espírito, integrando-os.
Somos um Ser de Essência pura, e não somos a nossa mente que nos faz sentir emoções que despertam o medo do passado e do futuro e asim ficamos estagnados na vida.
Com a terapia do Renascimento, o através da respiração aprendemos a ficar no presente, no aqui e agora, vivendo o momento, resignificando o medo e demais traumas.

Benefícios do Renascimento:
• Saúde física, mental, emocional e espiritual;
• Melhor desempenho mental;
• Liberação e resignificação de medos e traumas;
• Fortalecimento do “Eu”;
• Liberação de tensão e memórias negativas;
• Rejuvenescimento;
• Inspiração e motivação;
• Melhor desempenho físico;
• Auxílio na cura de doenças físicas;
• Ampliação do poder de respiração;
• Viver do presente, aqui e agora.
Os efeitos do Renascimento
Os efeitos do Renascimento são profundamente terapêuticos e diariamente presenciam-se curas de disfunções respiratórias, stress, ansiedade, fobias, pânico, e diversos outros desequilíbrios. Mas o que é mais freqüente são os relatos de alívio, bem-estar, surgimento de compreensão, entendimento, integração, aceitação, experiências prazerosas de contato com o próprio corpo e aprofundamento em estados meditativos.

Como é feita a sessão de Renascimento
Na sessão de Renascimento explico a técnica para que o cliente se familiarize com a mesma, dando todo o suporte necessário, em estado de presença. O cliente deita-se num colchão, no chão, geralmente coberto, pois pode sentir frio, se sentir calor depois será descoberto. Fica com os olhos vendados ouvindo o som de músicas suaves, próprias para esse processo terapêutico. Eu fico sentada atrás do cliente para lhe dar o suporte e a atenção necessárias. Durante a sessão de Renascimento não sou eu ou o cliente que dirigimos o processo, vem à tona o que esta pronto para ser liberado e curado naquela sessão.
No Renascimento a respiração é feita pela boca, a inspiração e a expiração. Também pode ser feita pelo nariz. A respiração é profunda e relaxada, respiração sem pausa, inspira e expira conectando uma a outra. Respiração circular e conectada sem pausas.
O cliente fica o tempo todo consciente, e logo nos primeiros 4 à 5 minutos já começa a sentir sensaçoes físicas, emocionais, mentais e espirituais, que podem ser:
Sensações físicas:
Tremores, enformigamento, frio ,calor, espasmos…
Sensações emocionais:
O cliente entra em contato com emoções como: alegria, tristeza, raiva, medo….
Sensações mentais:
Lembranças, ou seja memórias de infância, do nascimento,….
Sensações espirituais:
Sensação de estar fora do corpo, de estar em outra epóca,…

Tudo isso faz parte do processo da terapia do Renascimento, o importante é que o cliente continue respirando, e aconteça o que acontecer se entregue ao processo. Renascimento é uma entrega.

Toda a sessão tem um ínicio, meio e fim.
Ínicia-se respirando, e sentindo toda e qualquer sensação, prestando atençaõ no corpo, chega um momento em que o corpo já absorveu um certo quantum de energia, ar e faz seu processo por si só, e o final é o relaxamento completo, que é onde se integra tudo o que veio à tona durante a sessão de Renascimento. É de muita importância que se faça o relaxamento. Ao termino da sessão geralmente sente-se a sensação de prazer, alívio e bem estar.
As sessões de Renascimento podem acontecer na água depois do cliente já ter passado por uma série de sessões em consultório antes.
As sessões são feitas uma vez por semana, em média são necessárias de 12 à 15 sessões, mas tudo isso depende de cada cliente.
Essa técnica não tem contra-indicação e portanto se dirige a todos que queiram experimentar expansão, prazer e bem-estar, além de estados alterados de percepção.
O surgimento do Renascimento, Rebirthing
O Rebirthing, conhecido no Brasil por Renascimento a terapia da respiração consciente foi desenvolvida pelo norte americano Leonardo Orr. Ele estava tomando um banho quente, começou a sentir aquele amolecimento que sentimos após muito tempo no calor. Leonard Orr ficou curioso para saber o que aconteceria se ficasse por mais uma hora ainda. Ficou, e após alguns minutos sua respiração começou a se alterar e passou a ter a experiência de estar revivendo seu nascimento.
Quando sua vivência terminou, estava se sentindo profundamente relaxado, tranqüilo, feliz e “renascido” – daí o nome Renascimento (Rebirthing).

Fonte: (http://idineia.blogspot.com.br/2011/05/terapia-do-renascimento-rebirthing.html)

Vídeos:

http://www.psicologiasdobrasil.com.br/apenas-respire-um-precioso-curta-metragem-sobre-administrar-as-emocoes/

 

 

 

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