Muda que O Mundo Muda Tambem!

Meditação Vipassana:

Meditação Vipassana, Doing Time, Doing Vipassana (Legendado PT) from César Werlon on Vimeo.

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Instrumental

Seleção Black Coffe

Emilie Claire Barlow

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O que Impede a Prosperidade de Todos no Mundo Atual? Assista o Video:

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7 hábitos de monges budistas que são difíceis de adotar, mas podem mudar sua vida completamente

Qual o segredo para se sentir calmo e focado? Essa não é uma pergunta fácil de responder. Então, por que os monges budistas parecem pacíficos e presentes o tempo todo? Como eles fazem isso? Eles sabem algum segredo escondido que você não faz?

Na verdade, sim!

Por milhares de anos, a filosofia budista se concentrou apenas em buscar como reduzir o sofrimento humano e manter a mente concentrada apenas no momento presente.

E neste artigo, vamos abordar os princípios e hábitos mais importantes do budismo que todos podemos adotar em nossas vidas diárias.

Embora os conselhos possam parecer difíceis no início, sua persistência resultará em benefícios para a vida toda.

Confira:

 

Hábito 1 – O mínimo para si mesmo

Você sabia que o Buda nasceu um príncipe? Sim, ele poderia ter passado a vida em um grande e lindo palácio onde tudo é feito para ele.

Mas ele não fez isso.

Ele abandonou tudo quando percebeu a natureza frustrante do materialismo. 2300 anos depois, monges budistas fazem o mesmo. Eles mantêm os bens o mínimo de bens materiais, e sobrevivem somente com aquilo que eles precisam para viver sua vida. Normalmente, isso cabe em uma pequena mochila.

 

Hábito 2 – O máximo para os outros

Em muitos círculos budistas, os monges aprendem a fazer coisas não para si, mas para o mundo inteiro.

Quando meditam, é por causa de todos. Eles tentam alcançar a iluminação com seu potencial total, e com isso, ajudar todos aqueles que precisam.

Quando você pode desenvolver esse tipo de atitude abnegada, você se concentra menos em seus problemas pessoais. Você fica menos emotivo sobre pequenas coisas, e sua mente fica mais calma.

 

Hábito 3 – Meditação

Uma das principais razões pelas quais você se torna um monge é para ter mais tempo para meditar.

A maioria dos monges acorda cedo e medita de 1 a 3 horas – e faz o mesmo à noite. Esse tipo de prática muda o cérebro. Se você leu algum artigo sobre os benefícios da meditação, então você sabe o que quero dizer.

Você não precisa adotar esse tipo de cronograma rigoroso, mas e se você começar o dia com 30 minutos de meditação?

 

Hábito 4 – Seguindo o sábio

Na sociedade ocidental, temos um relacionamento insalubre com a velhice. Mas, para os monges budistas, eles vêem pessoas idosas como portadores da sabedoria. Eles procuram guias espirituais mais velhos que possam ajudá-los no caminho deles.

Olhe ao seu redor: sempre há pessoas perspicazes para nos ensinar algo. As pessoas mais velhas têm mais experiência, o que significa que podem oferecer inúmeras lições de vida. Aproveite!

Hábito 5 – Ouça atentamente e sem julgamento

Nossos cérebros julgam naturalmente. Mas de acordo com os budistas, o ponto de comunicação é ajudar aos outros e a nós mesmos a sofremos menos.

Criticar e julgar obviamente não ajuda.

O que é maravilhoso sobre dar atenção é poder fazer isso livre de qualquer julgamento. O objetivo principal da comunicação consciente é ouvir tudo o que alguém está dizendo sem avaliá-lo.

Muitos de nós pre-planejamos nossas respostas enquanto estamos ouvindo, mas o objetivo principal aqui é simplesmente absorver tudo o que eles estão dizendo.

Isso traz mais respeito mútuo, compreensão e maiores chances de progresso na conversa.

 

Hábito 6 – A mudança é a única lei do universo

De acordo com o mestre budista Suzuki, um princípio crucial que todos precisamos aprender é aceitar a mudança:

“Sem aceitar o fato de que tudo muda, não podemos encontrar a perfeita compostura. Mas infelizmente, embora seja verdade, é difícil para nós aceitá-las. Quando não podemos aceitar a verdade da transição, nós sofremos “.
Tudo muda, essa é a lei fundamental do universo. No entanto, achamos difícil aceitar isso. Nós nos identificamos fortemente com nossa aparência fixa, com nosso corpo e nossa personalidade. E quando isso muda, sofremos.

No entanto, Suzuki diz que podemos superar isso reconhecendo que o conteúdo de nossas mentes está em constante fluxo. Tudo sobre a consciência vai e vem.

Percebendo isso, o calor do momento pode difundir medo, ansiedade, raiva, desespero. Por exemplo, é difícil ficar com raiva quando se percebe a raiva pelo que ela é. É por isso que o Zen ensina que o momento é tudo o que existe.

Suzuki diz: “Seja lá o que fizer, deve ser uma expressão de uma atividade profunda. Devemos apreciar o que estamos fazendo. Não há preparação para outra coisa“.

 

Hábito 7 – Viver o momento

Nesse mundo com tanta ansiedade pode ser difícil simplesmente abraçar o momento presente. Tendemos a pensar em eventos passados ​​ou nos preocupamos com o futuro do futuro. Nossa mente pode estar à deriva.

Mas a atenção nos encoraja a reorientar. Praticar a atenção plena aos outros nos permite melhorar e direcionar nossos pensamentos para aquilo em que estamos realmente envolvidos.

Sem julgar nem se perder nos próprios pensamentos, o conselho é simplesmente reconhecer que perdemos a atenção, para então dirigirmos o foco para nossos sentidos ou para qualquer tarefa em que nos envolvamos.

 

Fonte: https://sociologialiquida.com.br/7-habitos-de-monges-budistas-que-podem-mudar-sua-vida-completamente/

O CANDIDATO INTELECTUAL

Conta-se que Jesus, depois de infrutíferos desentendimentos com doutores da lei, em Jerusalém, acerca dos serviços da Boa-Nova, foi procurado por um candidato ao novo Reino, que se caracterizava pela profunda capacidade intelectual.

Recebeu-o o Mestre, cordialmente, e, em seguida às interpelações do futuro aprendiz, passou a explicar os objetivos do empreendimento. O Evangelho seria a luz das nações e consolidar-se-ia à custa da renúncia e do devotamento dos discípulos. Ensinaria aos homens a retribuição do mal com o bem, o perdão infinito com a infinita esperança. A Paternidade Celeste resplandeceria para todos. Judeus e gentios converter-se-iam em irmãos, filhos do mesmo Pai.

O candidato inteligente, fixando no Senhor os olhos arguciosos, indagou:
-A que escola filosófica obedecerá?
-A escola do céu respondeu complacente, o Divino Amigo.
E outras perguntas choveram, improvisadas.
-Quem nos presidirá à organização?
-Nosso Pai Celestial.
-Em que base aceitará a dominação política dos romanos?
-Nas do respeito e do auxílio mútuos.
-Na hipótese de sermos perseguidos pelo Cinéreo, em nossas atividades, como proceder?
-Desculparemos a ignorância, quantas vezes for preciso.
-Qual o direito que competirá aos adeptos da Revelação Nova?
-O direito de servir sem exigências.
O rapaz arregalou os olhos aflitos e prosseguiu indagando:
-Em que consistirá desse modo, o salário do discípulo?
-Na alegria de praticar a bondade.
-Estaremos arregimentados num grande partido?
-Seremos, em todos os lugares, uma assembleia de trabalhadores atenta à Vontade Divina.
-O programa?
-Permanecerá nos ensinamentos novos de amor, trabalho, esperança, concórdia e perdão.
-Onde a voz imediata de comando?
-Na consciência.
-E os cofres mantenedores do movimento?
-Situar-se-ão em nossa capacidade de produzir o bem.
-Com quem contaremos de imediatos?
-Acima de tudo com o Pai e, na estrada comum, com as nossas próprias forças.
-Quem reterá a melhor posição no ministério?
-Aquele que mais servir.
O candidato coçou a cabeça, francamente desorientado, e continuou, finda a pausa:
-Que objetivo fundamental será o nosso?
Respondeu Jesus, sem se irritar:
-O mundo regenerado, enobrecido e feliz.
-Quanto tempo gastará?
-O tempo necessário.
-De quantos companheiros seguros dispomos para início da obra?
-Dos que puderem compreender-nos e quiserem ajudar-nos.
-Mas não teremos recursos de constranger os seguidores à colaboração ativa?
-No Reino Divino não há violência.
-Quantos filósofos, sacerdotes e políticos nos acompanharão?
-Em nosso apostolado, a condição transitória não interessa e a qualidade permanece acima do número.
-A missão abrangerá quantos países?
-Todas as nações.
-Fará diferença entre senhores e escravos?
-Todos os homens são filhos de Deus.
-Em que sítio se levanta as construções de começo? Aqui em Jerusalém?
-No coração dos aprendizes.
-Os livros de apontamento estão prontos?
-Sim.
-Quais são?
-Nossas vidas…
O talentoso adventício continuou a indagar, mas Jesus silenciou sorridente e calmo.
Após longa série de interrogativas sem resposta, o afoito rapaz inquiriu ansioso:
-Senhor, por que não esclareces?
O Cristo afagou-lhe os ombros inquietos e afirmou:
-Busca-me quando estiveres disposto a cooperar.
E, assim dizendo, abandonou Jerusalém na direção da Galileia, onde procurou os pescadores rústicos e humildes que, realmente nada sabiam da cultura grega ou do Direito Romano, mantendo-se, contudo, perfeitamente prontos a trabalhar com alegria e servir por amor, sem perguntar.

Contos e Apólogos, Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Irmão X

DE ALMA DESPERTA (Emmanuel)

“Por isso te lembro despertes o dom de Deus que existe em ti.” Paulo (II Timóteo, 1:6)

É indispensável muito esforço de vontade para não nos perdermos indefinidamente na sombra dos impulsos primitivistas.

À frente dos milênios passados, em nosso campo evolutivo, somos suscetíveis de longa permanência nos resvaladouros do erro, cristalizando atitudes em desacordo com as Leis Eternas.

Para que não nos demoremos no fundo dos precipícios, temos ao nosso dispor a luz da Revelação Divina, dádiva do Alto, que, em hipótese alguma, devemos permitir se extinga em nós.

Em face da extensa e pesada bagagem de nossas necessidades de regeneração e aperfeiçoamento, as tentações para o desvio surgem com esmagadora percentagem sobre as sugestões de prosseguimento no caminho reto, dentro da ascensão espiritual.

Nas menores atividades da luta humana, o aprendiz é influenciado a permanecer às escuras.

Nas palestras comuns, cercam-no insinuações caluniosas e descabidas.

Nos pensamentos habituais, recebe mil e um convites desordenados das zonas inferiores.

Nas aplicações da justiça, é compelido a difíceis recapitulações, em virtude do demasiado individualismo do pretérito que procura perpetuar-se.

Nas ações de trabalho, em obediência às determinações da vida, é, muita vez, levado a buscar descanso indevido.

Até mesmo na alimentação do corpo é conduzido a perigosas convocações ao desequilíbrio.

Por essa razão, Paulo aconselhava ao companheiro não olvidasse a necessidade de acordar o “dom de Deus”, no altar do coração.

Que o homem sofrerá tentações, que cairá muitas vezes, que se afligirá com decepções e desânimos, na estrada iluminativa, não padece dúvida para nenhum de nós, irmãos mais velhos em experiência maior; entretanto, é imprescindível marcharmos de alma desperta, na posição de reerguimento e reedificação, sempre que necessário.

Que as sombras do passado nos castiguem, mas jamais nos esqueçamos de reacender a própria que luz.

(Do livro “Vinha de luz”, psic. Chico Xavier)

Mãe ácida mas lúcida!

Arthur Schopenhauer tinha problemas com a mãe, e isso lhe marcou a vida para sempre.

Trecho de uma carta de madame Johanna Schopenhauer, para o filho, Arthur Schopenhauer quando ele ainda era jovem e ainda não havia rompido com ela. Johanna faz uma crítica corrosiva ao filho e, ao mesmo tempo, lhe dá conselhos que poderiam ajudá-lo bastante, se os acatasse:

“Tu não és um homem mau, não estás desprovido de inteligência, nem de educação, em suma, dispões de tudo que poderia fazer de ti um modelo e exemplo para a sociedade humana. Conheço muito bem os teus sentimentos e sei que existem poucos melhores do que tu, mas és também aborrecido e insuportável em outros sentidos e acho muito difícil conviver contigo. Todas as tuas boas qualidades são empanadas porque te julgas ‘esperto demais’ e essa arrogância não te serve para nada nesse mundo, simplesmente porque não pode controlar essa tua mania de querer saber mais do que os outros, de encontrar defeitos em toda parte, menos em ti mesmo, de querer controlar tudo e de te achar capaz de melhorar as pessoas com que te relacionas. Isso serve apenas para exasperar os que se acham ao redor de ti, ninguém está interessado em ser assim ensinado e melhorado de uma forma tão violenta, menos ainda por um indivíduo tão insignificante como ainda és; ninguém pode suportar uma censura vinda de alguém que ainda demonstra tantas fraquezas em seu caráter pessoal e muito menos pode gostar dessa tua maneira de criticar os outros em um tom oracular, definindo tudo à tua maneira, sem admitir a menor objeção. Se fosses menos instruído e inteligente do que és, serias simplesmente ridículo; mas, mesmo que reconheçam tuas qualidades, continuas extremamente irritante. Os seres humanos, em geral, não se portam com maldade quando não se sentem atacados…”.

Quem foi Chopenhauer?

 

ORAÇÃO METAFÍSICA DE CURA

Eu sou amor.

Eu sou saúde.

Eu sou paz.

Eu mereço ser amado.

Eu mereço ser feliz.

Eu mereço ser saudável.

Hoje começa a cura do meu corpo, mente e espírito.

Eu me perdoo pelos erros que cometi, porque eu não sou culpado de nada – eu não pude nem soube agir de outra forma naquele momento.

Eu perdoo todas as pessoas que senti raiva e aceito-as porque não podiam ser como eu queria. Eu as liberto e liberto-me do sentimento de rancor para sempre.

Cancelo completamente o passado no presente, para libertar o meu futuro.

Deixo de julgar a mim e aos os outros para sempre.

Entrego neste momento toda a minha dor, todos os meus erros para ti ó Deus Mãe Pai de Todos Poderes, para que transforme tudo em amor, saúde e paz.

Pelo seu poder divino e amor dentro de mim, eu decido curar o meu corpo, a minha mente e a minha alma.

Abro o meu coração para o seu amor puro que me envolve com a sua luz radiante, revitalizando cada célula do meu corpo e cada pensamento negativo, convertendo-os em positivos, recriando-me numa nova vida cheia de amor e alegria.

Eu desejo com todo o meu coração esta cura, para então ajudar a curar os outros e, assim, cumprir a minha missão de amor nesta vida.

Que assim seja.

FILMES, SÉRIES e DOCUMENTARIOS para DESPERTAR UMA NOVA CONSCIÊNCIA.

1. Você Pode Curar Sua Vida (Louise Hay)

2. Turista Espacial (La Belle Verte)

3. O Efeito da Sombra- Debbie Ford

4. A Profecia Celestina

5. Nosso Lar

6. Conversando com Deus https://youtu.be/sl4Gq62ePg4

7. Humano
1- https://youtu.be/TnGEclg2hjg
2- https://youtu.be/ZJ3cImzjNps
3- https://youtu.be/RVWwGak3nQY

8. Lucy

9. A Biologia da Crença – Bruce Lipton

10. Café de Flore – Legendas cc

11. The Shift – Wayne Dyer

12. A Cabana

13. Waking Life- Despertando para a vida

14. Poder Além da Vida

15. O Segredo

16. COHERENCE (legendas cc)

17. HOME (documentário)

18. QUEM SOMOS NÓS

19. O Circo Borboleta

20. Mundos Internos Mundos Externos

21. HER (Ela)

22. Fractais Dimensão Oculta 2008 (Canal Odisseia)

23. Evolução Índigo- The Indigo Evolution

24. Ho’oponopono (Entrevista com Dr. Hew Len)

25. O Universo Conectado

26. A Ciência dos Milagres – Gregg Braden

27. Solaris

28. O Teorema Zero

29. Energia Pura

30. O Universo Holográfico

31. THRIVE: Prosperar. O Que Será Necessário?

32. A Outra Terra

33. A Origem (Inception)

34. “Sr. Ninguém”(Mr. Nobody)

35. O Predestinado

36. The Giver – O doador de memórias

37. TODOS SOMOS UM

38. EU MAIOR

39. Interstate 60. Viagem sem Destino

40. O Poder da intenção

41. HIM- além da luz

42. The Moses Code – O Código Moisés
http://pt.fulltv.tv/the-moses-code.html

43. Você Acredita?

44. Mimzy, a chave do universo

45. Little Boy – Além do impossível

46. O Guardião de Memórias – The Memory Keeper’s Daughter

47. Zeitgeist: The Movie

48. Zeitgeist: Addendum

49. Zeitgeist: Moving Forward

50. A Fonte da Vida

51. Salvo pela luz

52. A Viagem- Cloud Atlas

53. Transcendence a Revolução

54. Baba Aziz – O Príncipe que Contemplava sua alma

55. Sem Limites

56. O Predestinado

57. Doutor Estranho (Doctor Strange)

58. SENSE8 (Netflix)

59. O Tempo não Existe


60. Além da Vida (Hereafter)

61. Além da Vida

62. Além da Morte

64. The Island – A Ilha

64. The Thirteenth Floor

65. Interstelar

66. The East

67. O Poder da Água- Masaru Emoto

68. The Afterlife Investigations

69. After Earth – Depois da Terra

70. Matrix

71. Matrix Reloaded

72. Matrix Revolution

73. Os Agentes do Destino

74. O Preço do Amanhã

75. O Universo no Olhar (I Origins)

76. Into the wild- Na Natureza Selvagem

77. Minhas Vidas(out in a lamb)

78. A Era da Estupidez

73. August Rush: O Som do Coração

74. Antz- Formiguinha Z

75. O Sabor da Magia

76. O Show de Truman

76. Vanilla SKY

77. Preso na Escuridão – Abre los Ojos

78. The Letter Writer

79. A corrente do bem

80. O Físico (The Physician)

81. Contra o Tempo (Source Code)

82. O Segredo da Felicidade (Living Luminaries: On the Serious Business of Happiness)

83. Mundos Opostos (Upside Down)

84. Efeito Borboleta

85. A hospedeira

86. O Céu é de Verdade

87. A Curandeira

89. Índigo

90. Avatar

91. Black Mirror (Netflix)

92. Grandes Misterios do Universo com Morgan Freeman

93. Fringe

94. The O.A (Netflix)

95. Data Limite segundo Chico Xavier

96. No meio de Nós

97. SAMADHI – legendas cc

98. The 11th Hour (A última hora)

99. A Psicologia da Mudança

100. E a Vida Continua… (filme)

101. A Árvore da Vida

102. A Conspiração de Leonardo Da Vinci

103. Samsara

104. Zen a Vida de Dogen

105. O Buda

106. E Buda Desabou de Vergonha

107. O Pequeno Buda

108. Isso Existe – Um Filme sobre Sri Prem Baba

109. A Historia da Vida de Buda- Principe Sidarta Gautama

110. As Mães de Chico Xavier

111. Chico Xavier (filme)

112. Madre Tereza de Calcutá

113. O Tempero da vida

114. A Bug’s Life – Vida de Inseto

115. O Mestre da Vida

116. Terra Nova

117. Uma Mente Brilhante

118. O Homem que viu o Infinito

119. Nascimento de uma Nova Humanidade

120. Cristiada- Viva o Cristo Rei

CEGUEIRA


“(…) Se já viste Jesus através da mensagem de amor e de plenitude de que se fez portador, como te comportas?
Permaneces na cegueira do século de encantamentos ou te permites o desabrochar do perfume que d’Ele exala?
Faze uma análise da tua invidência moral e intelectual, embora a tua visão perfeita.
Não titubeies em definir o teu rumo, que é viver Aquele que nos deu a vida para que tivéssemos vida.
És vítima de alguma cegueira?”
⠀ ⠀
Joanna de Ângelis/ Divaldo Franco – Livro, Em Busca da Iluminação Interior – 1ª edição-pp. 135/136– Editora LEAL

By Henrique Medeiros

A atenção plena (Mindfulness) seria boa para você. Se não fosse tão egoísta.

Por Thomas Joiner

25 de agosto de 2017 às 10:00 da tarde

Podemos viver em uma cultura de distração, mas a atenção plena captou nossa atenção.

Livros sobre a prática são numerosos, incluindo guias para ” Gravidez consciente “, ” Parenting Mindful “, ” Política Consciente “, ” Dieta consciente” e ” Mindfulness para professores “. Empresas , equipes esportivas , até mesmo os departamentos militares e de polícia fornecem treinamento atento para seus funcionários. Um monte de podcasts oferece dicas para viver uma vida consciente, meditação guiada e entrevistas com evangelistas conscientes . Outro sinal seguro de saturação cultural: você pode pedir “um hambúrguer mais consciente”, no Epic Burger em Chicago ou um “Chapéu de camionista da Mindful Supply Co.

Fiquei consternado quando a atenção mental começou a invadir meu campo: a psicologia e, especificamente, o tratamento do comportamento suicida. A proposta de um colega de psiquiatra para um livro sobre transtorno bipolar levou um revisor da pré-publicação a solicitar “menos lítio, mais atenção plena” – embora menos lítio possa levar a mais morte por suicídio em pacientes com transtorno bipolar.

Claro, estamos intrigados por intervenções que mostram promessas sobre o tratamento padrão, especialmente para os casos mais difíceis. Mas queria saber se a atenção plena tinha mérito. Então, logo me encontrei imerso na literatura e na prática – sapatos sentados – em um círculo, focado na frieza da minha respiração quando ele atingiu a parte de trás da garganta.

 O que podemos chamar de atenção plena autêntica, achei, é uma nobre e potencialmente útil. Mas a verdadeira atenção está sendo usurpada por um impostor, e o impostor é alto e forte o suficiente para que ele tenha substituído o original na compreensão de muitas pessoas sobre o que é mindfulness. Esta versão ersatz fornece um veículo para o solipsismo e uma desculpa para auto-indulgência. Ele trombeta suas próprias glórias, prometendo a saúde e a pureza espiritual com a moda lançada para a barganha. E, contudo, não compreende a natureza humana, enquanto não contém nenhuma da nobreza, humildade ou utilidade do verdadeiro original. Até mesmo a pesquisa mais bem planejada, mais robusta sobre atenção plena, foi superada.Embora existam várias definições de atenção plena, levável a partir de alguns dos praticantes mais respeitados, é a consciência sem julgamento da riqueza, sutileza e variedade do momento presente – todo o momento presente, não apenas o eu. Mindfulness não é o mesmo que a meditação, embora as atividades meditativas e os exercícios sejam freqüentemente implantados em seu cultivo. Nem é o esvaziamento da mente; Longe disso, como a ênfase é na plena consciência. E não se trata de saborear o momento, o que exigiria uma posição positiva. A verdadeira atenção reconhece todos os instantes da existência, mesmo aqueles de grande miséria, como abundantes e diversos. Ele encoraja os adeptos a serem desapaixonados e sem julgamentos sobre todos os pensamentos, incluindo aqueles como, “Eu sou irremediavelmente defeituoso”. Mindfulness quer que nós paremos, reflitam e obtenhamos distância e perspectiva.

A atenção plena autêntica também é humilde no sentido de que ela coloca o eu em seu próprio e minúsculo lugar dentro da infinitude de cada momento. A pessoa consciente está em sintonia com o miasma da sensação que não tem nada a ver com a própria subjetividade, mas sim diz respeito às características do momento presente que circunda a própria mente, em seus detalhes minuciosos e sua vastidão também. E, além da sintonização com essa sensação externa de sensação, também é e simultaneamente atento ao conteúdo da própria mente.

Aceitar os pensamentos de alguém como simples pensamentos é muito diferente de tesourar os pensamentos de alguém; Pode-se também estimar o suor ou a saliva. Isto é sobre reconhecer que cada pensamento é inconsequente e, portanto, não vale a pena ficar deprimido ou ansioso. Visitar os produtos do momento a momento da mente como de uma posição semelhante a motas flutuantes de poeira – uma miríade, efêmera, individualmente insignificante – é admirável e requer humildade genuína.

Mas a consciência tornou-se perniciosa, diluída e distorcida pelo narcisismo prevalecente de nosso tempo. O problema tem um pouco menos a ver com a forma como é praticado e mais a fazer com a forma como é promovido. As pessoas não estão necessariamente aprendendo técnicas de respiração ruins. Mas, em muitos casos, estão contando com essas técnicas de respiração para oferecer benefícios quase mágicos. E, ao mesmo tempo, são tediosamente, sem julgamento e nos casos mais extremos, monstruosamente focados inteiramente em si mesmos. Isso é problemático para a prática de saúde mental e para a nossa cultura maior.

A atenção plena autêntica sempre foi suscetível a essa distorção devido ao encorajamento de um olhar interior. Em um retiro de atenção que participei em 2013, o líder do workshop nos exortou a lembrar o abnegão da atenção plena genuína e a não “fetichizá-lo” como uma solução cultista para o auto-aprimoramento ou para as pequenas agressões do afluente. E, no entanto, nós gastamos 90% desse retiro focado em nossas próprias sensações – as mudanças musculares minuciosas à medida que nos envolvemos em uma “caminhada consciente”, a tensão apontar nos nossos músculos e articulações durante o “alongamento consciente”.

É fácil ver como essa ênfase pode ser mal interpretada. Com moderação, o auto-exame pode levar a uma percepção razoável e não observada das tendências emocionais, padrões de pensamento, impacto sobre os outros e pontos cegos. Mas incentivar um olhar interior entre criaturas incrivelmente interessadas é cortar o excesso.

A versão moderna do mindfulness tende a ser descrita em termos do que ele pode fazer para nós como indivíduos. Por exemplo, um artigo recente no site da revista Mindful descreveu “Como a atenção plena lhe dá uma vantagem no trabalho”. Da mesma forma, o livro “Mindfulness de 10 Minutos” promete: “Quando você está realmente experimentando o momento, ao invés de analisá-lo ou se perder em pensamentos negativos, você desfruta de uma ampla gama de benefícios físicos, emocionais e psicológicos que realmente mudam a vida. ”

Ou considere esta linguagem promocional para um workshop neste verão, co-patrocinado pelo Centro de Pesquisa de Consciência Consciente da UCLA: “Os praticantes relatam uma conexão mais profunda com eles próprios, mais auto-compaixão e maiores idéias sobre suas vidas”. A ênfase é sobre o indivíduo – conexão para si, auto-compaixão, insights sobre suas vidas.

Na verdade, a auto-compaixão e o autocuidado estão interligados com o conceito popular de atenção plena. A noção parece ser que não é egoísta tender e até mesmo priorizar as próprias necessidades de cuidados e compreensão. Afinal, esta linha de pensamento é válida, como pode estar disponível para os outros, a menos que um esteja totalmente presente, e como um pode estar plenamente presente, a menos que as próprias necessidades sejam atendidas? O raciocínio aqui contém uma espécie de lógica trickle-down.

Claro, o autocuidado no sentido de dormir e nutrição adequados é eminentemente sensível. Mas parece que os fãs mais ardentes da auto-compaixão se concentram em coisas como férias relaxantes, massagens restauradoras e rejuvenescimento dos regimes de cuidados com a pele. Essa preocupação dá a impressão de que a “auto-compaixão” é um código e uma racionalização, para fazer coisas que as pessoas já acham agradável. Não há nada de errado em atividades agradáveis, mas essas já têm um nome: “atividades agradáveis”.

Chamar-lhes o autocuidado acrescenta um pouco de significado e obscuramente obscurece que tais atividades não são essenciais para a sobrevivência ou a saúde ou o cuidado com os outros – e que podem ser perdidas no serviço do sacrifício e da honra. O que realmente sabemos sobre o que a atenção pode fazer por nós? “10-Minute Mindfulness” menciona vantagens, incluindo níveis reduzidos de estresse, ansiedade e pensamento excessivo, além de memória melhorada, concentração e sono.

E há algum apoio científico suave para esses benefícios. Os títulos anunciam regularmente novas descobertas inovadoras. Apenas nas últimas semanas, ouvimos que “a intervenção baseada na atenção mental melhora significativamente o parentalismo”, “As terapias mente-corpo reduzem imediatamente a dor incontrolável em pacientes hospitalares” e “Atenção mental pode baixar os níveis de açúcar no sangue”.

É verdade que numerosos estudos parecem apoiar os benefícios da atenção plena para uma variedade de problemas de vida. No entanto, as manchetes tendem a dominar o que os estudos mostram. E os efeitos da atenção plena parecem desaparecer sob o escrutínio de experiências rigorosas e rigorosamente controladas.

Dê uma olhada nesse estudo de pais, um exemplo bastante típico de pesquisa de atenção plena. O estudo, publicado pelo Journal of Addiction Medicine, não analisou os aspectos parentais em geral. Sua população-alvo era mães matriculadas no tratamento do vício de opióides que começaram com um baixo nível de habilidades parentais. Esse é certamente um foco valioso, embora mais estreito do que um poderia ter assumido com base no título. A intervenção foi um pouco mishmash. Ele envolveu temas de atenção plena, como atenção e aceitação sem julgamento, juntamente com meditação e atividades como “a criação de um jarro de brilho para resolver a mente”.

As mães também receberam comentários sobre como eles interagiram com seus bebês, e eles aprenderam sobre o impacto do trauma na parentalidade. Então, qual foi o ingrediente ativo que contribuiu para as melhorias observadas no comportamento dos pais? É impossível dizer. E porque não havia grupo de controle, não sabemos se o progresso de seu tratamento de dependência ou aparecimento com seus filhos em um centro de tratamento por duas horas por semana durante 12 semanas foi o que fez a diferença.

O estudo da dor foi mais rigoroso. Os pacientes que relatavam dor ingerível foram distribuídos aleatoriamente em uma das três intervenções de 15 minutos: treinamento de atenção especial focado na aceitação da dor; Hipnose focada em mudar a sensação de dor através da imagem; Ou uma sessão de educação para enfrentar a dor. Os autores do estudo enquadraram suas pesquisas no contexto da crise dos opióides, mas suas descobertas não sugerem que a atenção plena desempenhe muito papel na sua resolução.

Apenas cerca de um quarto dos pacientes do grupo mindfulness relataram uma diminuição da dor substancialmente suficiente para ser considerada de importância clínica mesmo moderada. E o grupo de atenção plena não exibiu nenhuma diminuição significativa na necessidade percebida de medicação opiácea. Aqui, como na grande maioria da pesquisa de atenção consciente bem controlada, uma intervenção relacionada à atenção plena não conseguiu superar – de fato, ligeiramente inferior ao desempenho – um tratamento de comparação ativo (hipnose) e excedeu apenas um grupo de comparação muito inerte (educação).

No entanto, estudos como este são sustentados pelos entusiastas da atenção plena como prova positiva de seu poder especial.

Dada minha própria área de especialidade, fiquei particularmente intrigada com o trabalho do psicólogo britânico Mark Williams e seus colegas, que sugeriram que as intervenções de atenção plena possam ser úteis para prevenir e tratar a depressão. Infelizmente, o seu impressionante estudo de 2014, que incluiu uma amostra grande e representativa de adultos, não apoiava de modo especial uma abordagem relacionada à atenção plena.

A terapia cognitiva baseada na atenção – com meditação e sem – não conseguiu superar o tratamento como de costume (com medicação antidepressiva previamente prescrita) na prevenção da recorrência do transtorno depressivo maior. Mais especificamente, cerca de metade daqueles no estudo experimentaram uma recorrência de depressão, independentemente de serem aleatoriamente designados para o antidepressivo mais atenção plena ao grupo de meditação, o antidepressivo mais atenção plena sem grupo de meditação ou grupo de antidepressivos. (Ao levar alguém com transtorno depressivo maior a medicação pode fazer com que sua depressão venha rugindo de volta, como aconteceu com David Foster Wallace, estudar terapia de atenção plena sem medicação nessa população não é uma opção éticamente responsável.)

Não quero dizer que devemos descartar completamente o potencial da atenção plena. Alguns estudos respeitáveis ​​mostraram que o treinamento de atenção mental pode reduzir a erradicação da mente e melhorar o funcionamento cognitivo, conforme medido através dos escores do GRE. Eles descobriram que a atenção mental mitiga o viés do custo irrecuperável – quando resistimos ao abandono de um esforço e ao corte de nossas perdas. Mas quando muitos dos supostos efeitos da atenção plena desaparecem nas mãos de equipes altamente credenciadas publicando estudos bem desenhados nas melhores revistas, devemos estar cientes dos benefícios promulgados pelas pessoas e nas lojas que não são tão cientificamente rigorosas. Vale a pena notar, também, que algumas pesquisas sugerem que a atenção plena pode voltar para trás.

Por exemplo, um estudo comparou um grupo de participantes que se envolveram brevemente na meditação consciente com um grupo que não o fez. Todos os participantes foram convidados a memorizar uma lista de 15 palavras; Todas as palavras envolvem o conceito de lixo (por exemplo, “lixo”, “lixo”, “lixo”, etc.). Um ponto chave é que a lista não contém a palavra “lixo”. Cerca de 40 por cento dos membros do grupo de atenção plena recordaram falsamente ver a palavra “lixo”, em comparação com cerca de 20 por cento dos participantes do controle (que foram aconselhados a pensar o que quisessem). Ironicamente, ser consciente significava perder a consciência dos detalhes.

A atenção plena, como popularmente promovida e praticada, pode ser uma distração. Ele pretende recorrer às antigas tradições como um antídoto para a vida moderna. No entanto, exacerba a tendência moderna para o olhar do umbigo, enquanto pedimos que resistamos a aspectos úteis da nossa natureza.

Julgamentos instantâneos e performances “insensíveis” mas soberbas são dois desses elementos de nossa doação evolutiva. Nosso sistema nervoso – talvez a conquista da natureza – evoluiu para discernir a figura do chão, discriminar, julgar, muitas vezes em uma base quase reflexiva. E quando estamos totalmente absorvidos em uma atividade, em um estado de fluxo, pode ser adaptável para perder a autoconsciência. Uma maneira segura de jogar os jogadores de elite fora de seu jogo é pedir-lhes para pensar em voz alta como eles colocam.

Curiosamente, em contraste com muitos dos lábios hiperbólicos acumulados na atenção plena, há evidências convincentes de que a repetição de algumas atividades, como a caminhada aeróbica, mesmo que seja feita de forma irrepreensível, promova a saúde. Apenas uma curta caminhada – três vezes por semana durante 40 ou mais minutos de cada vez – até mesmo mostrou aumentar o volume de cérebros das pessoas o suficiente para reverter as perdas relacionadas à idade em quase dois anos.

Então, ao invés de ler livros sobre atenção plena ou assistir a retiros ou pedir um burger consciente, você pode querer dar uma volta.

Fonte: https://www.washingtonpost.com/outlook/mindfulness-would-be-good-for-you-if-it-werent-all-just-hype/2017/08/24/b97d0220-76e2-11e7-9eac-d56bd5568db8_story.html?utm_term=.393c5e6b703a

 

Era um vez um rei muito rico…

Era uma vez um rei muito rico.

Tinha tudo, dinheiro, poder, conforto, centenas de súditos.

Mas, ainda assim não era feliz.
Um dia, cruzou com um de seus criados, que assobiava alegremente enquanto esfregava o chão com uma vassoura.
O rei ficou intrigado.
Como ele, um soberano supremo do reino, poderia andar tão cabisbaixo enquanto um humilde servente parecia desfrutar de tanto prazer?

– “Por que você está tão feliz?”, perguntou o rei.

– “Majestade, sou apenas um serviçal. Não necessito muito. Tenho um teto para abrigar minha família e uma comida quente para aquecer nossas barrigas”.

O rei não conseguia entender. Chamou então o conselheiro do reino, a pessoa em que mais confiava.

– “Majestade, creio que o servente não faça parte do Clube 99.

– “Clube 99? Mas, o que é isso?”

– “Majestade, para compreender o que é o Clube 99, ordene que seja deixado um saco com 99 moedas de ouro na porta da casa do servente”.

E assim foi feito.

Quando o pobre criado encontrou o saco de moedas na sua porta, ficou radiante. Não podia acreditar em tamanha sorte. Nem em sonhos tinha visto tanto dinheiro.
Esparramou as moedas na mesa e começou a contá-las.
-“…96, 97, 98… 99.”
Achou estranho ter 99. Achou que talvez tivessem derrubado uma.
Provavelmente eram 100. Mas, por mais que procurasse, não encontrou nada. Eram 99 mesmo.

De repente, por algum motivo, aquela moeda que faltava ganhou uma súbita importância.

Com apenas mais uma moeda de ouro, uma só, ele completaria 100. Um número de 3 dígitos! Uma fortuna de verdade.
Ficou então obcecado por completar seu recente patrimônio com a moeda que faltava.

Decidiu que faria o que fosse preciso para conseguir mais uma moeda
de ouro. Trabalharia dia e noite. Afinal, estava muito perto de ter uma fortuna de 100 moedas de ouro.
Ele seria um homem rico, com 100 moedas de ouro.

E, daquele dia em diante, a vida do servente mudou.
Passava o tempo todo pensando em como ganhar uma moeda de ouro.
Estava sempre cansado e resmungando pelos cantos. Tinha pouca paciência com a família que não entendia o que era preciso para conseguir a centésima moeda de ouro.
Parou de assoviar enquanto varria o chão.
O rei, percebendo essa mudança súbita de comportamento, chamou seu conselheiro.

– “Majestade, agora o servente faz, oficialmente, parte do Clube 99.
E continuou:
– “O Clube 99 é formado por pessoas que têm o suficiente para serem felizes, mas mesmo assim não estão satisfeitas”.

“Estão constantemente correndo atrás dessa moeda que lhes falta. Vivem repetindo que se tiverem apenas essa última e pequena coisa que lhes falta, aí sim poderão ser felizes de verdade”.

“Majestade, na realidade é preciso muito pouco para ser feliz. Porém, no momento em que ganhamos algo maior ou melhor, imediatamente surge a sensação de que poderíamos ter mais”.

“Passamos a acreditar que, com um pouco mais, haveria de fato, uma grande mudança. E ficamos em busca de um pouco mais. Só um pouco mais”.

“Perdemos o sono, nossa alegria, nossa paz e machucamos as pessoas que estão a nossa volta”.

“O pouco mais, sempre vira… um pouco mais”.
“Esse pouco mais é o preço do nosso desejo.”
E concluiu:

– “Isso, majestade… é o Clube dos 99.

FÁBULA ÁRABE.

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